Coronavírus: Como o estresse pode afetar chances de engravidar?

O novo coronavírus, vem gerando sentimentos de apreensão e insegurança e o estresse pode prejudicar a fertilidade do casal.

Cansaço, tontura, dificuldade para dormir, baixa imunidade, mudanças de apetite, os fatores psicológicos como a incertezas relacionadas ao trabalho. Esses são alguns dos sintomas comuns a muitos brasileiros, principalmente desde o início do isolamento social, uma das medidas necessárias para prevenção e combate ao novo coronavírus. O que muitos não sabem, ou podem não estar atentos, é que estes sinais podem ser causados pelo estresse, comum nesse período. Para além das alterações no corpo, o estresse também pode afetar a fertilidade e as chances de ter filhos.

A parte do cérebro que é responsável por regular nossas emoções e sono, também, exerce um controle direto sobre o sistema endócrino, regulando nossos hormônios. Com variações emocionais como ansiedade ou estresse, o hipotálamo pode ficar alterado. Essa alteração pode atrapalhar o funcionamento do ovário, fazendo com que a mulher não ovule ou ovule com ciclos irregulares.

O estresse pode prejudicar, também, os tratamentos de medicina reprodutiva, como a fertilização in vitro. A falta do hormônio luteinizante também é problemática porque altera a capacidade do útero perceber a fertilização como uma coisa boa, o que faz com que seja mais difícil de se manter a gravidez.

Em casos de ansiedade e estresse excessivos, o ideal é que a mulher que esteja tentando engravidar busque o auxílio de uma equipe multidisciplinar para entender a causa das irregularidades no organismo e no psicológico, a fim de que o sonho de ser mãe seja concretizado.

No entanto, é importante lembrar que um casal saudável pode demorar até um ano para engravidar. A principal medida, é claro, é conversar com um médico para receber orientações e investigar se o casal está apto para gerar um bebê.

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